Cortejo

 

 

 

 

 

 

 

Lá vai a carruagem negra, percorre as trilhas da vida passa entre os becos da desilusão,

 

 depara-se com as encruzilhadas da paixão

 

Segue atrás os seres que fizeram parte da historia entre os rostos se confundem familiares,

 

 amigos, gente da sociedade, mas a frente de tudo veste o luto mais profundo o grande senhor chamado amor

 

Vai o cortejo os que vêm atrás o seguem alguns atônicos, ao assistir a despedida final outros teimam a acreditar

 

Entre estes os abutres a espera tão somente que se desça a sepultura

 

 para o inicio de outra historia igual de ilusões juras promessas, mas com o termino de igual historia sempre a carrasca a decretar o

 

fim a senhora traição

 

As flores já seguem o, féretro triste as mesmas

 

que no foram oferecidas entre vãs promessas de amor eterno

 

Prepara-se a despedida por fim todos ao redor a assistir os últimos instantes agora vêm o tempo ele é curto, seria capaz o cadáver de

 

ressuscitar seria capaz da humildade e perdão proceder tal ato... O tempo responderá!

 

 

Cristal Solitário